Por Que a Cruz?
Isaías 53:7
“Ele foi maltratado, humilhado e torturado, contudo não abriu a sua boca; agiu como um cordeiro levado ao matadouro.”
“Deus é bom demais! Mais um dia começando... Meu nome é Hugo Jordão e o tema do devocional de hoje é “Por Que a Cruz?””
A cruz não foi um acidente
Chegamos ao nono dia da nossa série sobre o plano de salvação.
Já entendemos que o pecado trouxe a morte, que precisávamos de um substituto e que somente Jesus, sendo sem pecado, poderia ocupar nosso lugar.
Mas surge outra pergunta:
Por que Jesus precisou morrer justamente em uma cruz?
Naquele dia, a multidão teve diante de si uma escolha.
Barrabás, um criminoso.
Ou Jesus, o Filho de Deus.
Escolheram libertar Barrabás e clamaram pela crucificação de Cristo.
Parecia apenas uma decisão humana.
Mas, sem perceber, aquelas pessoas estavam participando do cumprimento daquilo que Deus já havia revelado séculos antes.
Isaías havia profetizado sobre o Servo que seria maltratado, humilhado e levado como cordeiro ao matadouro.
A cruz não surpreendeu Deus. Ela fazia parte do plano de redenção.
Ele se tornou maldição por nós
Existe um significado ainda mais profundo na maneira como Jesus morreu.
Deuteronômio dizia que aquele que fosse pendurado no madeiro estava debaixo de maldição.
Mais tarde, Paulo explica em Gálatas 3:13:
“Cristo nos redimiu da maldição da Lei quando se tornou maldição em nosso lugar.”
Jesus não possuía uma maldição própria.
Ele nunca havia pecado.
Não existia culpa nEle.
Mesmo assim, voluntariamente assumiu o lugar daqueles que estavam debaixo da condenação.
Na cruz, Cristo recebeu aquilo que não era dEle para nos oferecer aquilo que jamais poderíamos conquistar sozinhos.
A maldição era nossa. O lugar era nosso. A condenação era nossa. Mas Jesus tomou tudo sobre Si.
A diferença estava em quem estava na cruz
A cruz era um instrumento de execução.
Outras pessoas também foram crucificadas.
A madeira não possuía qualquer poder especial.
O que transforma aquela cruz no centro da mensagem cristã é quem estava pendurado nela.
Jesus Cristo.
O Filho de Deus.
O Cordeiro sem pecado.
O único que não merecia aquela condenação.
Ele foi exposto publicamente.
Humilhado.
Ferido.
Perfurado.
Colocado entre criminosos.
E morreu.
Mas não morreu por Seus próprios pecados.
O justo morreu pelos injustos.
A condenação era nossa
Quando olhamos para a cruz, não devemos enxergar apenas o sofrimento de Jesus.
Precisamos compreender a troca que aconteceu ali.
Nós éramos culpados.
Ele era inocente.
Nós estávamos debaixo da condenação.
Ele não tinha pecado.
Nós merecíamos a morte.
Ele tinha o direito à vida.
Mesmo assim, Jesus voluntariamente tomou nosso lugar.
Por isso, a cruz revela ao mesmo tempo duas verdades extraordinárias:
A gravidade do nosso pecado e a grandeza do amor de Deus.
Se o pecado não fosse sério, a cruz não seria necessária.
Mas se Deus não nos amasse, Cristo não teria sido entregue por nós.
Vamos orar?
“Pai, obrigado porque a cruz não foi um acidente, mas parte do Teu plano para nos reconciliar contigo. Jesus, obrigado porque o Senhor não possuía pecado ou condenação, mas voluntariamente tomou o meu lugar. A maldição era minha, a culpa era minha e a sentença era minha, mas o Senhor recebeu sobre Si aquilo que eu merecia. Ajuda-me a nunca olhar para a cruz com indiferença. Que eu me lembre diariamente do preço da minha redenção e viva em gratidão por aquilo que o Senhor fez por mim. Em Nome de Jesus. Amém.”
Desafio do dia
Hoje, antes de dormir, ajoelhe-se ao lado da sua cama.
Não faça uma oração apressada.
Pense por alguns instantes na cruz e reconheça que Jesus, sendo inocente, recebeu a condenação que pertencia a nós.
Depois, agradeça em voz alta:
“Jesus, obrigado porque o Senhor recebeu na cruz a condenação que era minha.”
Lembre-se:
O poder não estava na madeira. A diferença estava em Quem estava pendurado nela.
Compartilhe esse devocional para quem você ama, me siga no Instagram @hugorjordao
E não se esqueça: DEUS É BOM!