Muitas pessoas pesquisam sobre a diferença entre seguradoras e associações, mas frequentemente encontram respostas confusas ou contraditórias. Hugo Jordão esclarece que a distinção é simples de entender quando olhamos para a forma como o dinheiro é gerido e como os sinistros são pagos.
Rateio vs. Recurso Próprio
A grande diferença prática reside na origem do capital utilizado para as indenizações:
• Seguradora: É uma entidade com fins lucrativos que vende apólices e lucra com essa venda. Ela utiliza recursos próprios (dinheiro que já possui em caixa) para pagar os clientes em caso de sinistro.
• Associação (Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM)): Funciona através do rateio. Imagine um grupo de pessoas (por exemplo, 10 pessoas) que se reúnem para dividir as despesas ocorridas; é exatamente isso que a associação faz. Ela não visa lucro da mesma forma que uma empresa tradicional, mas sim a ajuda mútua entre os membros.
Legalidade e a Nova Era em 2025
Um dos mitos que as fontes combatem é a ideia de que a Proteção Veicular ou Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) seria ilegal ou "pirata". Hugo Jordão afirma categoricamente que a atividade é legal, confiável e lícita.
A grande novidade é que o setor agora está oficialmente regulamentado em 2025. Embora ainda se aguardem as normas detalhadas do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados), o setor já possui uma base legal sólida que traz mais segurança para o consumidor.
Como escolher com segurança?
Embora o modelo seja lícito, as fontes alertam que a confiança depende da entidade escolhida. Assim como em qualquer profissão, existem instituições que podem apresentar desvios de conduta e não honrar compromissos. Por isso, o associado deve ser criterioso ao escolher onde proteger seu veículo.
Escrito por Hugo Jordão